3 de ago. de 2013

As Experiências Médicas Nazistas





Resultado de uma experiência "médica" efetuada em um prisioneiro do campo de concentração de Buchenwald, Alemanha. Data indeterminada.

— US Holocaust Memorial Museum
Fotografia
  
 Testemunho




Mapa
 Filme

Durante a Segunda Guerra Mundial vários médicos alemães realizaram “experiências” desumanas, cruéis, e muitas vezes mortais em milhares de prisioneiros dos campos de concentração.
Estas “experiências médicas” imorais, realizadas durante o Terceiro Reich, podem ser divididas em três categorias. A primeira consiste em experiências que tinham por finalidade facilitar a sobrevivência dos militares do Eixo. Em Dachau, médicos da força aérea alemã e da Instituição Experimental Alemã da Aviação realizaram experimentos sobre reações à alta altitude, usando câmaras de baixa pressurização, para determinar a altitude máxima da qual as equipes de aeronaves danificadas poderiam saltar de pára-quedas, em segurança. Os cientistas alemães também realizaram experiências de congelamento, utilizando os prisioneiros como cobaias para descobrir um método eficaz de tratamento para a hipotermia. Também os utilizaram para testar vários métodos de transformação da água marinha em água potável.

A segunda categoria de experiências tinha por objetivo desenvolver e testar medicamentos, bem como métodos de tratamento para ferimentos e enfermidades que os militares e a equipe de ocupação alemã encontravam no campo. Nos campos de concentração de Sachsenhausen, Dachau, Natzweiler, Buchenwald e Neuengamme, os cientistas testaram agentes imunizantes e soros para prevenir e tratar doenças contagiosas como a malária, o tifo, a tuberculose, a febre tifóide, a febre amarela e a hepatite infecciosa, inoculando os prisioneiros com tais doenças. O campo de Ravensbrueck foi o local de experiências cruéis com enxertos ósseos, e onde testaram a eficácia de um novo medicamento desenvolvido, a sulfa (sulfanilamida), às custas das vidas dos prisioneiros. Em Natzweiler e Sachsenhausen, os prisioneiros foram sujeitos aos perigosos gases fosgênio e mostarda, com o objetivo de testar possíveis antídotos.

A terceira categoria de experiências “médicas” buscava aprofundar os princípios raciais e ideológicos da visão nazista. As mais infames foram as experiências feitas por Josef Mengele, em Auschwitz, que utilizou gêmeos, crianças e adultos, de forma inumana, e que também coordenou experiências sorológicas em ciganos, tal como fez Werner Fischer, em Sachsenhausen, para determinar como as diferentes "raças" resistiam às diversas doenças contagiosas. As pesquisas desenvolvidas por August Hirt, na Universidade de Strasbourg, tentaram confirmar a pretensa inferioridade racial judaica.

Outras experiências repugnantes tinham por meta facilitar os objetivos raciais nazistas, com uma série de experiências de esterilização, realizadas principalmente em Auschwitz e Ravensbrueck. Lá, os” cientistas” testaram diversos métodos, com o objetivo de desenvolver um procedimento eficaz e barato de esterilização em massa de judeus, ciganos, e outros grupos considerados pelos nazistas como racial ou geneticamente indesejáveis.

Fonte:Professor Lucas
                                                                                           Postagem:  Jamilly Lustosa 

2 de ago. de 2013

Prisioneiros de guerra


Prisioneiros de guerra do Gulag, na construção do campo de trabalho forçado de Belomorkanal

Com a derrota e posterior separação da Alemanha, cerca de 3 mil civis alemães viraram prisioneiros de guerra tendo que trabalhar em campos de trabalhos forçados no Gulag, na Rússia. Apenas em 1950, os civis poderam ter a sua liberdade e voltar para a Alemanha.
Muitos dos prisioneiros de guerra alemães e italianos foram trabalhar na reconstrução da Grã-Bretanha e da França. Cerca de 100 mil prisioneiros foram enviados para a Grã-Bretanha e cerca de 700 mil para a França. Além disso, os milhares de soldados presos pelos soviéticos continuaram em cativeiro, diferentemente dos prisioneiros pelos aliados, que foram libertados entre 1945 e 1948.
No início dos anos 50, alguns prisioneiros alemães foram libertados pelos russos, mas somente em 1955, após a visita de Konrad Adenauer à URSS é que os restantes prisioneiros ainda vivos foram libertados e retornaram a sua terra natal após até 14 anos de cativeiro.
Perdas humanas. O Holocausto


Campo de concentração de Buchenwald. Fotografia tirada no dia da libertação do campo pelas tropas aliadas em Abril de 1945.
Avalia-se em 50 ou 60 milhões o número de pessoas que morreram em consequência da guerra. As perdas foram superiores na Europa Oriental: estimam-se 17 milhões de mortes civis e 12 milhões de mortes militares para a União Soviética, 6 a 7 milhões para a Polónia (primariamente civis), enquanto que na França o número rondaria os 600 000.
O Holocausto comandado pelas autoridades nazis, como parte da "solução final" para o "problema judeu", levaria ao genocídio de cerca de seis milhões de judeus nos campos de concentração, para além de outras pessoas consideradas indesejáveis, como membros da etnia cigana, eslavos, homossexuais, portadores de deficiência, Testemunhas de Jeová e dissidentes políticos. Milhares de judeus eram usados como cobaias em diversas experiências, o que acarretou a propagação de doenças como tifo e tuberculose. Após a guerra cresceram as pressões sobre a Grã-Bretanha para o estabelecimento de um estado judaico na Palestina; a fundação do estado de Israel em 1948
resolveria a questão dos judeus sobreviventes na Europa, já que parte considerável deles migrou para o novo estado.

     Fonte: http://rafaelgnr.blogspot.com.br/2008/08/prisioneiros-de-guerra.html 

                                                                                                                   Postagem: Isabella Carvalho

Conclusão


Segunda Guerra Mundial

A segunda guerra mundial terminou com 50 ou 60 milhões de mortos. As perdas foram superiores na Europa Oriental: estimam-se 17 milhões de mortes civis e 12 milhões de mortes militares para a União Soviética, 6 a 7 milhões para a Polônia (primariamente civis), enquanto que na França o número rondaria os 600 000.

O Holocausto comandado pelas autoridades nazistas, como parte da "solução final" para o "problema judeu", levaria ao genocídio de cerca de seis milhões de judeus nos campos de concentração, para além de outras pessoas consideradas indesejáveis, como membros da etnia cigana, eslavos, homossexuais, portadores de deficiência, Testemunhas de Jeová e dissidentes políticos. Milhares de judeus eram usados como cobaias em diversas experiências, o que acarretou a propagação de doenças como tifo e tuberculose. Após a guerra cresceram as pressões sobre a Grã-Bretanha para o estabelecimento de um estado judaico na Palestina; a fundação do estado de Israel em 1948 resolveria a questão dos judeus sobreviventes na Europa, já que parte considerável deles migrou para o novo estado.
O mundo iniciava uma nova fase histórica, de reconstrução e tentativa de impedir que uma onda totalitária se abatesse sobre ele. Os EUA e a União Soviética saíram do conflito como as duas potências mundiais e os dois pólos em torno dos quais se daria a redefinição política das nações.
                                                         
                                                                                    
Fonte: http://rafaelgnr.blogspot.com.br/2008/08/concluso.html   
               
 Postagem: Isabella Carvalho                            

1 de ago. de 2013

As almas do Pacifico Sul





Todas as batalhas da Segunda Guerra Mundial travadas no Pacífico Sul foram sangrentas, sombrias e impiedosas. E talvez para alguns o pesadelo ainda não tenha terminado. No final da década de 50, um repórter da BBC de Londres noticiou que havia uma casa de Kuala Sengalor, na Malásia, ocupada outrora por oficiais Japoneses, onde ainda se ouviam ecoar os passos de botas militares pesadas. Outras fontes informaram que pescadores da Ilha Filipina de Corregidor, ferozmente disputada, continuavam vendo patrulhas espectrais durante anos, após a Guerra. Até a Reuters, a respeitada agência de notícias britânica, deu ouvidos a uma história vinda da costa norte da Nova Guiné.
É como se esses soldados espectrais estivessem perdido em um lapso temporal, repetindo eternamente o mesmo ato que ocorreu antes de suas mortes.

Fonte: Professor Lucas

Postagem: Francisco Robson

O Relatório dos Mortos




O sinistro caso de três pilotos dos aviões bombardeiros Douglas DB-7 Boston, que após uma missão de bombardeiro as defesas alemãs durante a segunda guerra, voltaram para a base com terror impresso em suas faces. O marechal que os recebeu, mandou que eles fizessem logo seu relatório e depois os dispensou para irem descansar e tomar uma cerveja.
Minutos depois o Marechal recebeu a noticia que esses pilotos haviam morrido na tal missão. Esse caso é muito interessante, pois ele deixou provas físicas da manifestação dessas três almas atormentadas, que mesmo depois de mortos redigiram o relatório que continha a forma como morreram na missão.
O caso ainda é um mistério até hoje, pois de forma alguma eles poderiam estar ali, sendo que já haviam morrido horas antes, durante a batalha, muito menos, redigir exatamente o que ocorreu na batalha. A única explicação cabível é que três sósias tomaram o lugar dos pilotos…. porém, em matéria de “hipóteses” essa é ainda mais absurda que a primeira e não leva em consideração de que os sósias teriam que estar presenciando a batalha para saber o que havia ocorrido lá.
  
 Fonte: Professor Lucas 
Postagem: José Antônio

Curiosidades Sobre Segunda Guerra Mundial

Você sabia?


- O dia 8 de maio é o Dia Mundial em memória dos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.
Em 1937, o Alto Comando Alemão incumbiu a metalúrgica Krupp Steel do design e produção da maior arma já construída, capaz de penetrar 1m de aço, 7m de betão reforçado e 30m de terra compacta, a uma distância de 45Km, o que a colocaria fora do alcance inimigo. O movimento sobre carris seria essencial e o Schwerer Gustav, como inicialmente foi chamado o canhão, em honra do seu criador Gustav Krupp, director da empresa entre 1909 e 1944, deveria ser móvel o suficiente para ser transportado.
O secretismo que envolvia a nova arma era tal que os Aliados nunca souberam pormenores sobre ela. Na verdade, o segundo nome pelo qual ficou conhecido, Dora, surgiu através do nome de código dado à sua criação, Implement D (Instrumento D). Mas a produção do supercanhão mostrou-se difícil, quer pelas dimensões do mesmo, quer pela falta de exemplos nos quais basear o trabalho, uma vez que a indústria de armamento estava parada desde o fim da 1ª Grande Guerra. As dificuldades arrastaram-se e o conhecimento extensivo de metalurgia, explosivos e balística, resultante da química aplicada, física e matemática, necessários à criação da arma e dos projécteis, tomou três longos anos de trabalho. Quando rebentou a 2ª Guerra a arma não estava pronta, o que somente aconteceu no final de 1940. Foi testado no início do ano seguinte, na presença de Hitler e do seu Ministro do Armamento, Albert Speer, com um enorme êxito.

O canhão ferroviário pesava umas espantosas 1350 toneladas, media 47,3 metros de comprimento, 7,1 metros de largura e 11,6 metros de altura. Este colosso, com um cano de 32,48 metros, podia arremessar dois tipos de projéctil: uma granada de alto explosivo de 4,8 toneladas que viajava a 820m/s e com um alcance de 48Km e uma granada anticoncreto de 7 toneladas que podia atingir um alvo a 38Km de distância em menos de um minuto. A estrutura era elevada e posicionada no local de disparo através de um comboio especial constituído por 28 vagões que se estendia por 1,6Km e era movido por duas locomotivas a diesel.
Apesar do seu funcionamento essencialmente eléctrico e hidráulico, dentre toda a operação da arma, à criação de carris para a mover e sustentar, passando pela equipa de cientistas e engenheiros da Krupp para avaliar cada disparo, até à sua protecção, era necessária uma equipa de mais de 4000 homens, muitos deles “voluntários” da região em que se encontravam.

Fonte:  Professor Lucas
Postagem: Maria Luciana